Treinamentos em vídeo criados pela plataforma Emergência Conectada, com material de apoio para download.
O incêndio da Boate Kiss, em 2013, marcou o Brasil para sempre. 🖤 A perda de 242 vidas em Santa Maria (RS) escancarou falhas graves de fiscalização, segurança e ganância. Mais do que um acidente, a tragédia da Kiss se tornou um símbolo nacional da luta de mães, pais e sobreviventes por justiça e por leis de segurança mais rígidas em casas noturnas. Neste vídeo, analisamos o que realmente aconteceu na madrugada de 27 de janeiro e o impacto que esse evento deixou no país. Assista, deixe o seu like e se inscreva no canal para apoiar nosso trabalho de resgate histórico.
No dia 2 de abril de 2015, a cidade de Santos, no litoral de São Paulo, parou diante de um dos maiores incidentes industriais da história do país: o incêndio nos tanques de combustível da Ultracargo, localizados no bairro da Alemoa. Foram 9 dias seguidos de fogo, explosões constantes e uma cortina de fumaça escura que podia ser vista a quilômetros de distância. O combate às chamas exigiu um esforço heroico de mais de 200 bombeiros, brigadistas e engenheiros, que utilizaram mais de 8 bilhões de litros de água do mar e praticamente zeraram o estoque nacional de Líquido Gerador de Espuma (LGE) para sufocar o fogo. Neste vídeo, relembramos a cronologia desse desastre que começou após uma falha operacional em uma bomba de combustível, os impactos ambientais devastadores que causaram a morte de toneladas de peixes e o trabalho incansável dos homens de fibra que salvaram a região de uma tragédia ainda maior. Gostou do conteúdo? Não se esqueça de se inscrever no canal, deixar o seu like e ativar o sininho para não perder os próximos vídeos de história e fatos reais!
NFPA 470 e papéis Awareness e Operations
JPRs NFPA 470 aplicados à resposta inicial
Inflamabilidade do diesel, LEL, UEL e vapores pesados
Leitura do painel 30/1202 segundo a NBR 7500
Fluxo inicial NFPA 470, ERG 2024 e Primeiro no Local
Imagens de um grave acidente rodoviario com uma carreta de álcool na BR 101
Aeronaves de combate a Incêndios
A implosão de um tanque vazio (ou esvaziado) que carregava produtos químicos acontece basicamente por formação de vácuo interno — ou seja, a pressão dentro do tanque fica menor que a pressão atmosférica externa, e a pressão de fora "esmaga" as paredes para dentro. O motivo é estrutural: tanques atmosféricos costumam ser projetados para resistir a pressão positiva (de dentro pra fora), mas têm pouquíssima resistência a pressão negativa (vácuo). Quando o diferencial de pressão externa/interna ultrapassa a capacidade da chapa, ela cede. As causas mais comuns desse vácuo são: Esvaziamento sem entrada de ar — ao bombear ou drenar o produto, se o respiro (vent) está entupido, congelado, mal dimensionado ou a válvula de admissão de ar está fechada, o volume que sai de líquido não é reposto por ar, e a pressão interna cai. Resfriamento rápido de vapor quente — clássico em tanques que passaram por limpeza a vapor: fecha-se o tanque ainda quente/cheio de vapor, e ao esfriar o vapor condensa, reduzindo bruscamente o volume de gás interno (é o mesmo princípio da lata de refrigerante que amassa quando você aquece e depois esfria rápido). Inertização ou purga mal controlada (nitrogênio, por exemplo) retirando gás sem repor com ar/gás suficiente. Choque térmico externo, como chuva fria caindo sobre um tanque ainda quente, acelerando a condensação interna.
https://www.youtube.com/live/h-snNhT7qtA?si=aHac0g2R0JM2x5_P
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